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Marcos Borges, aos 64 anos e com uma invejável vitalidade, não deixou por menos: quis aproveitar ao máximo sua estada em Itutinga e programou 6 atividades com a Conexão Aventura para os 3 dias de permanência. |
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Marcos subindo a Serra Ouro Grosso. |
No primeiro dia ficamos apreensivos pois estava programado o trekking de travessia da Serra Ouro Grosso: 7 km de terreno muito irregular e íngreme sem escape. Se acontecesse qualquer acidente o percurso teria que ser completado ou o retorno deveria ser feito pelo mesmo caminho já percorrido. Como precaução, fomos com 2 guias e levamos um estojo de primeiros socorros que era um verdadeiro arsenal, com talas, ataduras, colar cervical, estetoscópio, aparelho para medir a pressão, tudo que tínhamos disponível. E qual não foi a nossa surpresa ao ver, no alto da serra, o Marcos saltitando de uma pedra para outra como uma criança, com muita desenvoltura. Contamos-lhe das precauções que tomamos, rimos. Mas isso o fez sentir-se mais seguro. |
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À tarde, depois de um bom almoço no hotel, fomos remar. Saímos de Nazareno, perto do Iate Clube, subimos o Rio Grande até a comporta de Camargos. Depois descemos o rio até a represa de Itutinga, percorrendo um total de 13,5 km. A remo!
Marcos, com os guias da Conexão, pronto para a travessia Pombeiro - Aranhas. No segundo dia a tarefa era percorrer a Serra do Pombeiro pela crista até a Cachoeira das Aranhas, 4 hora e meia de caminhada mais o percurso dentro do rio, e depois de um lanche trilha servido na cachoeira, visitar a Cachoeira das Andorinhas para terminar o dia. Correu tudo muito bem.
Na Cachoeira das Aranhas Marcos não se entendeu muito bem com o snorkel mas conseguiu ver os peixinhos. A travessia da serra transcorreu sem problemas. Algumas paradas para fazer fotos e apreciar a paisagem deslumbrante do local. Chegamos à cachoeira e o lanche chegou em seguida, quentinho, e suco de goiaba com laranja gelado. Refrescamos o corpo nas águas frias do riacho e iniciamos a trilha que vai para a parte alta do complexo das Aranhas, por dentro do riacho. |
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Num determinado trecho nos deparamos com um paredão de pedra. Alertamos Marcos que se ele não quisesse subir, contornaríamos por uma trilha lateral, mas ele optou pela empreitada de escalar a rocha. Tomou posição, equilíbrio, tentou evoluir, e recuou. Voltamos a falar em contornar pela trilha, mas ele insistiu que poderia escalar. Jogou o peito na pedra e alcançou uma agarra mais acima; com um impulso reposicionou as pernas e ganhou novamente equilíbrio, e completou a via. Concluída a façanha, Marcos nos contou que a escalada livre fora um momento em que ele teve que se superar, seus limites estavam aquém da técnica necessária ao evento. Mas ele fez questão de vencer a si mesmo. |
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Como recompensa, fomos conhecer a Cachoeira das Andorinhas, no carro de apoio, para uma boa chuveirada de 16 metros.
Cachoeira das Andorinhas. No terceiro dia, pela manhã, percorremos as margens do Rio Grande no trecho das corredeiras, desde a Praia das Copaíbas até o Pesqueiro, andando pelas pedras e pelas trilhas dentro da mata ciliar. E à tarde, porque ninguém é de ferro, fomos de carro conhecer a rampa de vôo livre, a Cachoeira do Raulino e a Represa de Camargos. Marcos teve 3 dias de atividades intensas, deixou para ir embora no dia seguinte.
Marcos na Corredeira do Itaipava. Vestiu a camisa da aventura! Confira todo o percurso de Marcos Borges em Itutinga registrado na imagem de satélite.
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