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Trilha
dos Tropeiros
Caminho construído
por escravos no final do Século XVII que desafia os
altos paredões da Serra de Carrancas. Variante da Estrada Real, foi
também utilizado durante mais de 200 anos por tropeiros que levavam
mercadorias para comercialização em Carrancas. Ponto
de saída e retorno: Fazenda do Maroto.
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Serra do Pombeiro
Um
lindo trekking que faz a travessia da Serra do Pombeiro desvenda campos
de altitude, vegetação de afloramento de rocha maciça e termina no
espetacular complexo da Cachoeira das Aranhas. A caminhada dura 5 h, é leve e imperdível.
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Serra Ouro Grosso
A
travessia da Serra Ouro Grosso começa ao sopé da Pedra do Cruzeiro e
faz o visitante se extasiar com a beleza do lugar. A natureza se revela
exuberante ao passo que se adentram as matas que contornam a serra. Dá
para fazer um rapel nos paredões de arenito ou praticar um boulder e,
com sorte, avistar um lobo guará. A trilha vai até a CEMIG e Camargos.
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Tanque do Moinho
Uma
trilha leva até o Rebojo, uma curva do Rio Grande, e desce acompanhando
o rio por dentro da mata ciliar — entre copaíbas, ingás e jatobás
— até outra trilha que sobe beirando o Ribeirão Grande e chega à
cachoeira do Tanque do Moinho. No local há um moinho movido a roda d’água
em ruínas e outro funcionando, onde é possível ver o milho sendo
moído a pedra como antigamente.
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Pedra do Cruzeiro
A
Pedra do Cruzeiro é um mirante de onde se vê toda a cidade. Nela está
instalada uma torre de telefonia celular. A caminhada é leve, mas dá
para ir de carro. O lugar é ideal para assistir ao pôr do sol.
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Lajinha
A
Lajinha é muito freqüentada por turistas e moradores. Uma pequena
cachoeira cercada por bem cuidados jardins cria um clima muito agradável.
Há um bar no local que, dizem, serve o melhor bolinho de mandioca de
Minas Gerais. Com área de camping, churrasqueiras e quadra esportiva.
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Cânion Sumidouro
A caminhada acompanhando um trecho do
Rio Capivari, conhecido por Funil, começa na parte baixa do rio, por
praias e trilhas, e sobe o rio. De repente, o
visitante chega a um poço e percebe que dali para cima não há mais água.
O leito segue seco mostrando as rochas de basalto. Neste ponto o rio
brota e forma a ressurgência, um fenômeno que não deixa o banhista
afundar pelo efeito da correnteza ascendente. Aproximadamente
quatrocentos metros acima o rio desaparece no sumidouro. Para cima do funil o rio é
calmo.
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Sete Pedras
Sete
Pedras é, talvez, o lugar mais misterioso da região. Durante milhares
de anos a ação dos ventos e das chuvas esculpiu nas rochas de arenito
belíssimos monumentos naturais. Sete Pedras se assemelha à ruínas de
uma cidade, da qual só sobraram as colunas. Quem lá chega, passa pelo
Portal vigiado pela Pedra do Guardião e entra no complexo.
Talvez
pelo seu aspecto misterioso, incomum, Sete Pedras é envolto por um
clima de magia e misticismo. Segundo lendas, seu chão era coberto de
cristais. Há quem diga que o platô da montanha é um campo de pouso de
discos voadores, e moradores dos arredores da Serra do Galinheiro,
onde estão as Pedras, afirmam ver luzes rondando a montanha à noite. O
local é utilizado para cerimônias de iniciação Reiki por grupos esotéricos.
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Serra de Carrancas
No
extremo sul do município está o maior desnível de Itutinga, a Serra
de Carrancas, que chega a apresentar diferenças de 280 metros de altura
em alguns pontos e tem 15 quilômetros de extensão. Para fazer a
travessia da Serra de Carrancas por cima dos paredões são necessários
dois dias de caminhada. A vista que se tem durante o trekking,
entretanto, constitui um espetáculo dos mais bonitos. Nos paredões nidificam maritacas, papagaios, gaviões, canários e
outras aves. É uma região riquíssima em mananciais, toda recoberta
por vegetação nativa.
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Cachoeira das Andorinhas
A
Cachoeira das Andorinhas é formada por 3 quedas no mesmo patamar de
pedra sabão, tem 16 metros de altura e apresenta duas praias ao lado do
poço que se forma.
É ideal para uma deliciosa chuveirada e, para os mais adrenados,
proporciona um emocionante cascading (rapel em cachoeira).
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Cachoeira das Aranhas
A
Cachoeira das Aranhas, na Serra do Pombeiro, é, na verdade, um complexo
de cachoeiras e poços protegidos por mata ciliar em meio ao cerrado. A
água é muito transparente e fria mesmo no verão devido à altitude. O rio desce pelo leito de imensas pedras por
mais de mil metros de extensão e, apesar da altitude e da grande
quantidade de cachoeiras, peixes habitam o local. Ideal para quem gosta
de mergulhar das pedras e fazer flutuação com máscara e snorkel.
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Cachoeira do Raulino
A
Cachoeira do Raulino é também um complexo e impressiona pelo porte
avantajado das quedas e pela quantidade e força das águas. É composta
por 4 cachoeiras: a da Ponte, a de Cima, a do Raulino e a de Baixo. A
Cachoeira de Baixo chega a cair na Represa de Camargos quando esta está
com o nível alto e as águas encobrem a
praia abaixo da cachoeira. Por ser toda positiva, não é própria para
rapel, mas de vez em quando alguém ancora.
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Rampa
de Vôo Livre
Instalada
no alto da Serra de Carrancas, próxima ao Salto, a rampa de salto
permite decolagens de parapentes e asas delta. O desnível do local é
de 230 metros, o que proporciona um lindo visual de toda a região de
Itutinga. Recomendado até para quem não vai voar.
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CEMIG
Na
reserva da CEMIG, na Serra Ouro Grosso, vivem lobos guará. Nela há uma
trilha ecológica que pode ser visitada com prévio agendamento. Da
mesma forma, a CEMIG disponibiliza para visitação o Viveiro de Mudas,
que existe para fazer replantio de matas ciliares e a Piscicultura, que
faz o repovoamento do Rio Grande acima das barragens.
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Represa de Itutinga
A
primeira hidrelétrica de Minas Gerais foi instalada em Itutinga.
Juscelino Kubitschek, então governador de Minas, inaugurou, em meados
de 1954, a Usina de Itutinga que se valeu dos desníveis do Rio Grande e
formou a Represa de Itutinga. Suas águas proporcionam lindas remadas
com canoas canadenses e caiaques,
principalmente na região da Garganta onde grandes paredes de arenito se
elevam das margens. Aqueles mais românticos podem optar por uma canoa
de madeira, à moda antiga.
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Garganta
Um
cânion de mais de 40 metros de altura, de nome Garganta, foi inundado
por ocasião da construção da barragem de Itutinga. Até hoje o local
é conhecido pelo nome original e suas águas superam 30 metros de
profundidade. Dos mais de 40 metros de paredão restaram pouco mais de
10, mas o lugar encanta por sua beleza ímpar.
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Prainha
A
Praínha está localizada na Vila Residencial da Cemig, às margens da
Represa de Itutinga. No local há uma praia própria para banho com
chuveiro, quadra esportiva, campo de futebol, área de camping, bar e
lanchonete.
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Represa de Camargos
Nem
só os esportes de aventura e o ecoturismo têm lugar em Itutinga. O
grande espelho d’água formado pela Represa de Camargos possibilita a
prática dos esportes náuticos, inclusive os de vela. Esta característica
atraiu veranistas para as margens da represa e os condomínios se
proliferaram com suntuosas residências, lanchas e jet-skis. É fácil
alugar um barco a motor para conhecer as belezas de Camargos. Mas a
remo, num caiaque, o sabor é diferente.
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Furnas
Em
1968 instala-se em Itutinga a subestação de Furnas, com paisagismo de
Burle Marx, para distribuir o potencial energético produzido pelas
usinas de Itutinga e Camargos.
O local não é aberto à visitação, pode apenas ser observado pelo
lado de fora do alambrado.
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Outros
pontos de visitação:
Poço
da Sereia, Cuca na Água, Morro Pelado, Boqueirão, Iracema, Mato Dentro, Pesqueiro, Rebojo, Barro Preto, Quebra Canoa,
Mangue, Cachoeira do Açude, Beco, Cachoeira da Passagem
(Jabuticaba), e muitos outros.
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